quarta-feira, 30 de abril de 2014

Jerusalém é a Prostituta do Apocalipse 17??



Jerusalém é a Prostituta do Apocalipse 17??

Considerações Iniciais:

Durante séculos qualquer leitor leigo que lesse o texto de Apocalipse capítulo 17 identificaria com toda certeza a personagem principal deste capítulo com a igreja romana, tamanha é a semelhança desta profecia com uma grande e poderosa instituição que se manteve no poder por séculos sem fim.

João em seu livro do Apocalipse, mas precisamente no capítulo 17 descreve uma mulher prostituta montada numa besta, a descrição dos detalhes desta mulher, que na profecia significa uma “igreja”, pois o Apocalipse já havia também descrito uma outra mulher, porém bem diferente desta, uma mulher Pura, obediente e justa, retratando claramente ser uma Igreja, a Igreja do Eterno(ver Efésios 5:27), a mulher de Apocalipse 17 é o contrário da Mulher do capítulo 12, esta mulher se prostituiu com os reis da terra, seduziu os servos de D’us a se unirem a ela, fez comércio de almas e assassinou muitos dos servos de D’us em diferentes períodos da história.

Porém, Roma não iria descansar enquanto não criasse um engodo para se livrar deste estigma de ser considerada a Grande Prostituta, assim desenvolveu uma tese que joga nas costas de Yerushalaim/Jerusalém, a cidade do Grande Rei(ver Mateus 5:35), o título de ser a grande prostituta retratada por João, porém este artigo vem mostrar as grandes INCOERÊNCIAS desta tese que na verdade se mostrou mais uma grande FALÁCIA ROMANA.

Uma teoria incoerente:

Um padre espanhol chamado Jordi Rivero, pegando um estudo de jesuítas sobre o livro de Apocalipse, desenvolveu uma teoria um tanto que fantástica, segundo ele, a grande prostituta retratada em Apocalipse 17 na verdade é Jerusalém, em seguida ele faz uma série apanhados de textos do Antigo Testamento que chama Jerusalém antiga de prostituta, eis os textos exposto por Rivero: Jeremias 3:3-8e9/22:8 e Isaías 1:21, também pretende Rivero assemelhar as cores das vestes sacerdotais dadas pelo próprio Eterno aos sacerdotes levitas com as cores da prostituta, eis os textos citados por ele: Êxodo 28:2-40 e ainda tem a cara de pau de afirmar que em Jerusalém também tem “sete colinas” quanto que, na verdade qualquer Geólogo saberá identificar mais de nove(09) colinas e montes em redor de Jerusalém, o que levou o Salmista a declarar: “Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim Adonai está em redor de seu povo desde agora a para sempre”(Salmos 125:2)

Mais adiante, quando se fizer as comparações bíblicas, veremos quais são estes montes nominalmente que estão em redor de Jerusalém, adiante veremos por comparação as diversas INCOERÊNCIAS da tese do Padre Rivero, e assim evitar que muitos incautos sejam ENGANADOS com mais uma  CILADA de Roma.

Quem, na verdade, é a Grande Prostituta?:

Nossa interpretação deve respeitar as evidências bíblicas, históricas e geográficas, rejeitando explicações que contradizem o próprio livro, mesmo quando tais explicações se utilizem de textos de profecias já cumpridas, citados no Antigo Testamento numa tentativa de se identificar algo no futuro.

Podemos já rejeitar de imediato tais textos, pois contradizem o próprio Apocalipse. João recebeu uma revelação de coisas que iam acontecer “em breve” (1:1; 22:6), pois o tempo já estava “próximo” quando Yeshua as revelou (1:3; 22:10) e prometeu vir em julgamento “sem demora” (22:12,20). As interpretações que utilizam textos do passado são sensacionais e fascinantes e certamente vendem muitos livros e dão aos que as defendem um certo ar de “sabedoria”, mas não respeitam as evidências internas. As interpretações que identificam o Vaticano e alguns dos aspectos mais tristes da história da Igreja Católica ganharam muitos adeptos desde a Reforma Protestante, e ainda têm seus defensores hoje. Embora o desenvolvimento do catolicismo romano tenha demorado algum tempo, enquanto João escreve sobre poderes existentes na sua época, porém veremos que em certo momento os relatos do presente e do futuro se fundem semelhante aos relatos das profecias de Yeshua que começam com a destruição de Jerusalém no ano 70e.c e repentinamente se funde com os  relatos da grande tribulação do futuro culminando com sua gloriosa vinda(ver Mateus 24:3-31)

O debate mais sério sobre a identidade da grande prostituta focalizada na interpretação do padre Rivero que identifica Jerusalém, encontra sua maior força nas interpretações do Antigo Testamento. Para ele a grande prostituta é Jerusalém, aguardando a sua destruição profetizada por Yeshua e realizada por Tito no ano 70 e.c. Esta interpretação baseia-se na premissa dos limites de tempo citados acima, sugerindo que o livro do Apocalipse fosse escrito durante o reinado de Nero e cumprido na destruição de Jerusalém dois anos depois da morte dele. Outros identificam a prostituta com Roma Imperial ou algum aspecto desse poder como sua influência econômica no mundo do primeiro século. Muitas pessoas que aplicam o texto a Roma aceitam uma data no reinado de Domiciano (imperador de 81 a 96), e outras defendem uma data durante o reinado de Vespasiano (69 a 79).

A tabela abaixo apresenta alguns contrastes entre a interpretação do padre Rivero e a real interpretação pelos aspectos históricos, sociais e geográficos, de uma forma resumida. Como podemos observar, há algumas características que podem se aplicar tanto a Roma como a Jerusalém, porém, observamos claramente que as evidências favorecem inquestionavelmente a primeira explicação – que a grande prostituta seja Roma ou seu poder econômico e religioso, pois ela foi a sede da economia mundial no primeiro século e se tornou a sede da maior religião da civilização ocidental.

A Grande Meretriz: Roma ou Jerusalém? (Apocalipse 17 - 18)
Característica
Roma
Jerusalém
Sentada sobre muitas águas (17:1)
Seu poder vinha dos povos dominados por ela
Sempre foi DOMINADA por governantes estrangeiros
Com quem se prostituíram os reis da terra (17:2)
Dominava os reis de muitos países; Descrição da Babilônia antiga (Jeremias 51:7)
Relativamente insignificante; era ela que se prostituía com deuses pagãos e não o contrário.
Vinho de sua devassidão (17:2)
Conhecida por sua imoralidade e excessos
Cidade rebelde, mas não conhecida por impureza exagerada ou imoralidades
Montada na besta do poder romano (17:3; cf. 13:1-8)
Roma e sua economia dependiam do poder romano
Foi dominada pelos  babilônicos, persas, gregos e romanos
Vestida de púrpura, escarlate, ouro, pedras preciosas, etc. (17:4; 18:16)
Luxo, nobreza, sedução; os soldados da Babilônia antiga se vestiam de escarlata (Naum 2:3)
Jerusalém antiga foi descrita assim (Jeremias 4:30)
Cálice de abominações e imundícias (17:5)
A Babilônia foi o cálice que causou as nações a enlouquecerem (Jeremias 51:7)
O cálice da ira vem de Jerusalém (Zacarias 12:2,5,9), mas não é cálice de imundícias
A mãe das meretrizes (17:5)
Cidades gentias como meretrizes e prostitutas (não como adúlteras) – Isaías 23:13-18; Naum 3:4
Jerusalém como adúltera ou prostituta (Jeremias 13:27), comete adultério com as nações (Ezequiel 23:4-5)
Embriagada com o sangue dos santos e das testemunhas (17:6; 18:20,24)
Perseguia os seguidores de Yeshua, especialmente nos reinados de Nero, Domiciano, etc.
Perseguia os santos e profetas (Lucas 11:48-51), incluindo testemunhas de Yeshua (Atos 7:51-52,58-60)
Sete montes (17:9)
Conhecida como Cidade das sete Colinas
Cidade com mais de nove montes e colinas
Sete reis – 5 -1 - 1 - 1
8º é a besta (17:9-11)
Se começar com Augusto, aplica-se a Domiciano
Se começar com Júlio, aplica-se a Tito
A mulher é grande cidade que domina sobre os reis da terra (17:18)
Roma dominava os reis da terra na época de João
Jerusalém não dominava nada, nem antes e nem depois de sua destruição
Destruição total (17:16-17)
História do declínio de Roma (cf. Daniel 2:42-44)
Destruída pelos romanos


















No comparativo acima sobre a grande prostituta, procurarei mostrar 
significados relevantes a Roma. Também mostrarei, por que João escreveu o livro de Apocalipse durante o reinado de Vespasiano.

17:1 – Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas.

Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo: A queda da grande prostituta já foi anunciada em 14:8, e ela recebeu o cálice da ira de Deus quando a sétima Praga foi derramada (16:19) mostrando claramente se tratar de um acontecimento para o futuro, na época da atuação do Anomos/ante-cristo e durante as 7 últimas pragas, descartando completamente Jerusalém que já havia sido destruída a séculos. Agora um dos anjos que derramaram as taças mostra mais detalhes desta prostituta para João.
Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas: As águas referem-se aos povos ou nações. A besta, o poder do governo romano, surgiu do mar (Apoca. 13:1). A grande meretriz – a cidade e seu poder econômico – se acha sentada sobre as nações. A grandeza dela dependia dos povos dominados pelo império romano.

17:2 – com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.

Com quem se prostituíram os reis da terra: A prostituição entre nações é uma figura que sugere alianças. Encontramos linguagem quase igual na condenação de Nínive, a antiga cidade principal do corrupto império assírio (Naum 3:4-5), e nas críticas feitas a Tiro, a cidade que dominava o comércio no Mar Mediterrâneo no tempo de Isaías (Isaías 23:15-18). Roma, na época de João, mantinha suas relações com diversos reis, dominando todos os países da região mediterrânea.

Com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra: Esta mesma acusação foi feita pela segunda voz (14:8). Roma corrompeu outras nações, envolvendo-as na sua libertinagem e mais tarde, na forma de uma igreja com suas doutrinas pagãs. Os excessos de Roma, e especialmente de alguns dos imperadores, são bem documentados na história do período. Países que estabeleceram relações favoráveis ao comércio com Roma lucraram como fornecedores de bens consumidos neste contexto materialista. A mesma descrição pode incluir outros aspectos da corrupção romana – ganância, idolatria, imoralidade, etc.
Como já observamos em outras citações, “os que habitam na terra” são os malévolos (cf. os comentários sobre 13:6 e 8).

17:3 – Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres.

Transportou-me o anjo, em espírito: 600 anos antes desta visão de João, o profeta Ezequiel foi levantado pelo Espírito e levado a ver as condições da cidade de Jerusalém para ajudá-lo a entender e comunicar os motivos do castigo de Judá (Ezequiel 3:12,13/ 8:14,16/ 11:1,24). Aqui, João é levado à Babilônia para ver os planos de D’us de castigar a cidade mundana.

A um deserto: João já viu uma mulher levada ao deserto para ser protegida (12:6a14). Desta vez, é uma mulher totalmente diferente no deserto. Ela está sendo protegida, temporariamente, pela besta. Esta mulher é a grande meretriz. A profecia de Isaías contra a Babilônia é descrita como “sentença contra o deserto do mar” (Isaías 21:1-9).

Uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres: A mulher está montada na besta do mar (13:1), que representa o poder imperial de Roma. A grande meretriz depende do poder de Roma para sua sobrevivência.

17:4 – Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.

Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas: Já sabemos que ela é uma meretriz (17:1), mas ela se veste como se fosse uma mulher rica, de nobreza ou realeza bem diferente de Jerusalém na época dos apóstolos que era oprimida, pobre e miserável.

Tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição: A Babilônia dera às nações “o vinho da fúria da sua prostituição” (14:8). Da mesma maneira que a Babilônia histórica, cidade principal de sua época, deu seu vinho às nações e causou a loucura delas (Jeremias 51:7), a Babilônia simbólica, Roma, deu de seu cálice às nações de seu tempo. Todas queriam participar do “sucesso” da grande cidade mundana, e iam participar, também, do castigo que viria sobre ela. Mesmo ela sendo bem-vestida e atraente às nações, Deus viu o seu cálice cheio de abominações e imundícias, coisas repugnantes ao Santo Senhor.

17:5 – Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, a Grande, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra.

Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, a Grande, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra: A mulher não esconde a sua verdadeira identidade. As características da Babilônia são encontradas em Roma, e o nome passa a representar esta cidade e sua influência como prostituta corrompendo as nações. Isaías chamou Tiro de meretriz, dizendo que “ela tornará ao salário da sua impureza e se prostituirá com todos os reinos da terra” (Isaías 23:15-17). Uma profecia contra Nínive disse: “Tudo isso por causa da grande prostituição da bela e encantadora meretriz, da mestra de feitiçarias, que vendia os povos com a sua prostituição e as gentes, com as suas feitiçarias” (Naum 3:4), mais um motivo para descartar Jerusalém, pois se Rivero pretende identificar Jerusalém por haver textos que a chame de prostituta, nada obstante há vários textos que chama também outras cidades de prostituta, portanto, verificamos que o padre Rivero GENERALIZOU os textos para forçar a identificação com Jerusalém,  Roma sim, por sua influência sobre as nações do mundo, é descrita como a mãe das meretrizes e na sua forma como igreja é mãe de muitas denominações que surgiu a partir dela.

17:6 – Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Yeshua; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto.

Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Yeshua: Ela deu aos outros a beber, mas ela também ficou embriagada. A “bebida” da meretriz é o sangue dos servos do Senhor. São os mesmos que pediram a justiça divina no quinto selo (6:9-11), aqueles que não amaram a própria vida quando encararam a morte (12:11), e que se mostraram fiéis até à morte (2:10). A grande meretriz cairia por causa da perseguição aos discípulos de Yeshua.

E, quando a vi, admirei-me com grande espanto: Que cena horrível e assustadora! A mulher embriagada com sangue – o sangue dos conservos de João.

17:7 – O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher:

O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste?: O anjo viu a reação de João, e imediatamente começa a responder à preocupação do profeta.

Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher: O entendimento do significado desta visão, implicitamente, aliviará o espanto de João. O anjo promete uma explicação sobre a meretriz e sobre a besta. Esta explicação se segue nos próximos versículos.

17:8 – a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.

A besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo: Sabemos que a besta representa o poder do império romano e, também, os seus reis ou imperadores (cf. 17:11). Este versículo coloca a revelação dada a João entre dois reis descritos como “a besta” e durante o reino de um outro, que não agia como a besta. Já sabemos de algumas características da besta, conforme a apresentação no capítulo 13 e alguns comentários posteriores. A besta recebeu sua autoridade do dragão e aceitou a adoração dos homens, que o tratavam como se fosse Deus. Ele agia com arrogância e blasfêmia contra Deus, difamando o tabernáculo (o povo do Senhor). Pelejou contra os santos e os venceu. Os que recusavam a adorar a besta sofriam discriminação econômica, e alguns deles foram mortos. Juntando estas informações, entendemos que os imperadores identificados como “a besta” são reis que perseguiam os santos de Deus. Um perseguidor já era. Seria a cabeça “golpeada de morte” (13:3). Mas essa ferida foi curada, e o poder romano não acabou (13:3). João escreve durante um período de relativa tranqüilidade (a besta “não é”), mas um outro perseguidor ia emergir do abismo. Como já veremos, estes comentários do anjo ajudam na datação do livro, colocando-o entre os perseguidores Nero e Domiciano. Mais detalhes se seguem nos versículos 10 e 11.

E caminha para a destruição: O poder imperial, a besta, caminha para a destruição. A palavra traduzida destruição aparece no Apocalipse somente aqui e no versículo 11, embora seja comum em outros livros do Novo Testamento (veja Mateus 7:13; João 17:12; Atos 8:20; Romanos 9:22; Filipenses 1:28; 3:19; 1 Timóteo 6:9; Hebreus 10:39; 2 Pedro 2:1-3; 3:7,16; etc.). Uma cabeça já foi golpeada, mas sobreviveu. Outra virá e será destruída. Antes de emergir do abismo, o seu destino já foi selado!

E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá: Novamente, encontramos “aqueles que habitam sobre a terra”. São os malignos, os adoradores da besta. Estes se admirarão que a besta voltou. Os que habitam no céu, aqueles cujos nomes estão no Livro da Vida, não se admiram, pois sabem que D’us está controlando tudo e que o poder da besta não durará. Para mais informações sobre o Livro da Vida, veja os comentários sobre 3:5 e 13:8. Desde a fundação do mundo, D’us preparou seu plano para a salvação dos fiéis. Ele planejou a vinda de um Messias, sua vida, morte e ressurreição. Preparou a revelação do evangelho. Estabeleceu os termos de admissão ao seu reino. Ao longo da história, ele veio anunciando, aos poucos, este plano, até chegar à revelação de Yeshua e do evangelho na B’rit Chadashá. Agora, aqueles que decidem servir a Yeshua têm seus nomes escritos no Livro da Vida.

17:9 – Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis,

Aqui está o sentido, que tem sabedoria: O anjo já prometeu explicar o significado da visão, e agora chama a atenção de João aos pontos principais.

As sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada: A meretriz está sentada sobre sete montes. Várias cidades foram conhecidas, ao longo da história, como cidades de sete montanhas ou colinas. As pessoas que seguem a tese do padre Rivero aplicam as profecias sobre a grande meretriz à cidade de Jerusalém oferecem algumas citações de Jerusalém como uma cidade de sete montes, porém sabemos, pela Geografia da Terra Santa, que em redor de Jerusalém não tem apenas sete montes ou colinas, mas sim mais de Nove montes nominalmente chamados de: 
1- monte Sião 
2- monte Moriá(Ofel - II Crônicas 27:3) 
3- monte das Oliveiras(Zacarias 14:4) 
4-monte da Tentação 
5- monte Scopus 
6- monte da Ofensa 
7- monte Hebrom 
8- monte Betel 
9- monte Basan(Salmos 68:15-16) 

E muitos outros outeiros menores que levou o Salmista a exclamar no Salmo 125:2.  Mas a aplicação natural desta expressão no contexto do Apocalipse é à cidade de Roma, bem conhecida na época de João como a cidade de sete colinas. Esta interpretação se ajusta aos outros aspectos da descrição desta cidade que dominava “sobre os reis da terra” (17:18).

São também sete reis: Na linguagem simbólica da Bíblia, duas imagens diferentes podem representar uma ideia ou personagem. Por exemplo, Yeshua é um Cordeiro e um Leão (5:5-6) e ha Satã é um dragão e uma serpente (12:9). Aqui uma imagem representa duas idéias diferentes. As sete cabeças são sete montes, e também são sete reis. Nos versículos seguintes, torna-se evidente que são sete reis específicos. Esta mensagem comunica aos santos na época de João informações sobre o passado e o futuro, identificando a conjuntura histórica em que eles se encontraram.
17:10 –  dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco.

Dos quais caíram cinco: Os primeiros cinco imperadores romanos já caíram. Este fato nos ajuda a determinar uma data do livro depois do suicídio de Nero, que aconteceu em 68 d.C.

A interpretação de Rivero se baseia numa lista diferente de imperadores, tipicamente começando com Júlio César e cita algumas referências históricas (Flávio Josefo, etc.) para apoiar esta explicação. O mesmo comentarista reconhece, porém, o perigo de se justificar com base em alguma referência histórica que contradiz as informações bíblicas.  Apesar de textos extra-bíblicos que datam o Apocalipse no final do reinado de Domiciano, as evidências internas favorecem uma data anterior. No caso de determinar um ponto de partida para a lista dos reis, tanto as evidências internas como a maioria das citações históricas favorecem a posição usada neste estudo, de que Augusto foi o primeiro imperador romano. Entre as observações históricas sobre esta questão, devemos observar dois fatos:

* Júlio César se declarou ditador durante o período da República Romana (um erro político que provocou o seu assassinato), mas Augusto foi o primeiro reconhecido pelos romanos como imperador. Caio Júlio César Otaviano, conhecido como César Augusto, tinha 18 anos de idade quando seu tio e pai adotivo, Júlio César, foi assassinado em 44 a.C. Nos anos seguintes, a instabilidade política em Roma levou ao fim da República e a Augusto foi dado poder absoluto pelo Senado em 27 a.C.

* Não houve uma sucessão direta, como seria o caso de passar a autoridade de imperador de pai para filho. Augusto conseguiu consolidar o poder em 31 a.C., e seu reinado como imperador começou 17 anos depois da morte de Júlio, em 27 a.C.

As evidências favorecem uma contagem de “reis” a partir de Augusto, o primeiro imperador de Roma. Assim, o anjo declara que Augusto, Tibério, Gaio Calígula, Cláudio e Nero já caíram.

Nero foi o último imperador da dinastia Júlio-Claudiana. A revolta de Galba e a rejeição de Nero pelo Senado forçou o imperador a fugir. Seu suicídio em 68, sem deixar filhos, foi o fim de sua linhagem e o golpe mortal de uma das cabeças da besta, citado em 13:3.

Um existe: Depois da morte de Nero, houve guerra civil em que quatro homens tentaram se estabelecer como sucessores de Nero (este período é conhecido como o ano dos quatro imperadores). Galba, Otão e Vitélio fracassaram. Vespasiano estabeleceu a próxima linha de imperadores, conhecida como a dinastia Flaviana, que inclui o próprio Vespasiano e seus dois filhos, Tito e Domiciano. Para identificar aquele que “existe” quando João escreve, precisamos comparar a profecia dele com a de Daniel 7. Na visão de Daniel, os reis foram representados pelos dez chifres do quarto animal. Quando subiu o décimo-primeiro, três foram arrancados (Daniel 7:8), deixando um total de oito. Da mesma maneira que os quatro animais de Daniel se transformaram em uma besta para João, os 11 reis de Daniel são oito para João, pois estes três insignificantes já foram, e Vespasiano se estabeleceu como o sexto rei. Se João tivesse escrito o livro na época de Nero, como alguns afirmam, ele teria a mesma perspectiva de Daniel, ainda aguardando aparecer estes três reis. Escrevendo depois de Vitélio, ele nem menciona os três que fracassaram entre Nero e Vespasiano. Apesar de alguns comentários feitos nas décadas e séculos depois colocando o exílio de João e o Apocalipse no reinado de Domiciano, eu acredito que a evidência interna favorece uma data entre 69 e 79, durante o reinado de Vespasiano.

O outro ainda não chegou; e quando chegar, tem de durar pouco: O próximo imperador seria Tito, o filho de Vespasiano, que reinou de 79 e 81. Assim foi cumprida a profecia que “tem de durar pouco”. Interpretações que sugerem que o livro fosse escrito durante o reinado de Nero e que o oitavo rei fosse Tito enfrentam algumas dificuldades aqui. Primeiro, teriam que explicar em que sentido Cláudio pode ser entendido como a besta que foi ferida mortalmente, desde que não há registro de perseguição aos cristãos pelos romanos na época de Cláudio. Segundo, teriam que explicar como Vespasiano seria o outro que ainda não chegou e ia durar pouco, quando o reinado dele foi bem maior do que o reinado de Tito. E ainda oferecendo alguma explicação para estas questões, teriam que mostrar o seu caso mais forte conforme as evidências internas e as comparações com Daniel.

17:11 – E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.

E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete: Depois das perseguições do reinado de Nero (a besta que era), os servos de D’us passavam por alguns anos mais tranquilos (não é), mas ainda teriam mais sofrimento pela frente. A besta ia surgir de novo na forma do oitavo rei, Domiciano. Em dois sentidos, pode afirmar-se que ele “procede dos sete”: Era filho de Vespasiano, e também ressuscitou a política de perseguição de Nero. João, escrevendo durante o reinado de Vespasiano, disse que a besta estava “para emergir do abismo” (17:8).

E caminha para a destruição: Aqui vem o conforto oferecido aos santos. A besta emergiria do abismo e perseguiria os servos do Senhor. Mas o seu tempo seria limitado (42 meses, ou três anos e meio, representa um tempo limitado de angústia) e seu destino já foi determinado pela justiça de D’us – “Caminha para a destruição” (17:8); “Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada” (13:10); “Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até ao fim” (Daniel 7:26). A comparação destes trechos reforça o entendimento que este oitavo rei caminha para sua própria destruição, e não que destrói outros (como alguns sugerem quando aplicam a profecia a Tito, o filho de Vespasiano que destruiu Jerusalém antes de se tornar imperador).

17:12 – Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora.

Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora: Durante uma boa parte do império romano, foi usado um sistema conhecido como “rei-cliente”, em que reis subordinados ao imperador governavam províncias do império. Os Herodes, que governavam a Judéia, servem como exemplo deste tipo de rei subordinado, ou rei fantoche. Os reis-clientes durante o reinado de Domiciano, reinariam “com a besta”, mas o seu tempo seria curto – “durante uma hora”. Em contraste, os servos do Senhor que não adoraram a besta, foram prometidos o privilégio de reinar “com o Messias durante mil anos” (20:4). Os vencedores receberiam “autoridade sobre as nações e com cetro de ferro as regerá” (2:26-27).

17:13 – Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.


Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem: São meramente fantoches. Não têm poder próprio, pois todo o seu poder é dado à besta. Já observamos que a besta surge do mar e depende das nações, da sociedade humana, para seu poder e a sua existência. O imperador romano mantinha seu poder por dominar as nações e seus reis.

17:14 – Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.

Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá: A besta usará todos os seus recursos, até os reis subordinados, para resistir o poder de Yeshua e afligir os santos. Já sabemos que os reis da terra seriam reunidos para uma batalha em Armagedom (16:14,16). Sabemos, também, que servem à besta e ajudarão na perseguição dos fiéis na grande tribulação. Mas mais importante de tudo, sabemos que a vitória será do Cordeiro!

Pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis: A certeza da vitória está na natureza guerreira do Cordeiro. Não é questão do tamanho do exército ou da estratégia dos guerreiros. Ele vencerá porque é o Senhor dos senhores! Este título é mais uma prova da autoridade de um Elohim, isto é, de Yeshua, pois a Bíblia afirma que D’us (YHWH) é o Senhor dos senhores: “Pois o SENHOR, vosso D’us, é o D’us dos deuses e o Senhor dos senhores, o D’us grande, poderoso e temível” (Deuteronômio 10:17; cf Salmo 136:3; 1 Timóteo 6:15). No Apocalipse, Yeshua também é identificado assim por ser o Elohim do Eterno (17:14; 19:16). Os reis da terra podem receber autoridade da besta para reinarem durante uma hora (17:12), mas tanto a besta como os reis cairão. Podem olhar para a meretriz como “a grande cidade que domina sobre os reis da terra” (17:18), mas o destino dela já foi anunciado (14:8). Yeshua é o Elohim de D’us, o verdadeiro Rei dos reis!

Vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele: Os servos fiéis participam da vitória do Cordeiro. Os servos do Senhor venceram o ha Satã “por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (12:11). A garantia da vitória está na lealdade ao verdadeiro Soberano. Aqueles que confiam na besta serão derrotados, enquanto os servos do Cordeiro têm certeza da vitória final. As cartas nos capítulos 2 e 3 prometem recompensas aos vencedores, dizendo que receberiam autoridade para dominar as nações com cetro de ferro (2:27). Aqueles que foram comprados com o sangue do Cordeiro “reinarão sobre a terra” (5:10). As almas dos decapitados “reinarão com o Messias  durante mil anos” (20:4). Na Nova Jerusalém, os servos do Messias “reinarão pelos séculos dos séculos” (22:5).

17:15 – Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.

As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas: A besta surgiu do mar, tomando sua força das nações (13:1). A meretriz, Roma, e seu poder econômico dependem das nações e das relações comerciais no império e no contexto religioso, esta igreja está representada em muitas nações, povos e línguas, não é a toa que é chamada de Católica/Universal . O mar e o comércio são ligados um ao outro no castigo da segunda trombeta, que atinge a terça parte da vida no mar e um terço das embarcações (8:9). Roma dominava o comércio entre três continentes pelo seu controle do Mar Mediterrâneo e domina como religião em muitos continentes. Mas se essas nações voltarem contra a meretriz, ela perderia sua força.

17:16 – Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo.

Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo: Na interpretação da visão de Nabucodonosor, aprendemos que Roma seria um reino misto, dividido, ao mesmo tempo forte e fraco (Daniel 2:40-43). Aqui começa uma transição profética entre a Roma imperial e a Roma papal, semelhante a profecia de Yeshua que começa com os detalhes da destruição de Jerusalém(Mateus 24:15-20) passando rapidamente em uma transição profética para a grande tribulação que culminará com a sua vinda(Mateus 24:23-31), assim acontece nesta parte da profecia do Apocalipse, no ano 380e.c. mediante o  Edital de Tessalônica, decretou-se a proibição do arianismo no Oriente, e a doutrina ortodoxa de Atanasio foi convertida em religião do Estado. Nascia assim o Catolicismo Romano, a prostituta agora como igreja, nos últimos dias, aliada ao Anomos/ante-Messias para perseguir os servos do Eterno na grande tribulação, este por sua vez convoca os reis que vem do lado do nascente do sol(16:12), ocorre uma tríplice aliança entre Satã, a besta e o falso profeta ou o Anomos, observamos que a prostituta já não aparece mais em cena, naturalmente em uma briga por poder, o Anomos/ante-Messias descarta a prostituta destruindo-a completamente, pois era assim que um rei fazia quando assumia ou usurpava o poder, destruía completamente toda a descendência de seu oponente, o Vaticano será totalmente destruído pelo ante-Messias no auge de seu poder.

17:17 – Porque em seu coração incutiu D’us que realizem o seu pensamento, o executem à uma e deem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.

Porque em seu coração incutiu D’us que realizem o seu pensamento: A besta e a meretriz podem se enganar, achando que exerçam domínio verdadeiro sobre os reis e as nações. Mas é D’us quem exerce o controle verdadeiro. Mesmo quando as nações se rebelam contra o verdadeiro Senhor, Ele controla tudo para seus propósitos. Este versículo reafirma um princípio antigo e bem-estabelecido nas Escrituras: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer” (Daniel 4:32). Quando D’us usa nações ímpias para castigar outras, elas geralmente não reconhecem a mão do Senhor, achando-se donos de si e capazes de controlar o próprio destino (cf. Isaías 10:5-8).

O executem à uma e deem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de D’us: Uma parte do plano de D’us para vencer a besta foi o aumento do poder dela. D’us a deixou crescer cada vez mais forte, dominando os reis das nações, enquanto preparava o castigo dela. O Anomos/ante-Messias se sentirá o dono do mundo quando fizer alianças com Satã e reunir os reis que vem do lado do nascente do sol(16:12-13)

17:18 – A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra.

A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra: A explicação inspirada revela o significado da meretriz, da grande cidade. A grande cidade no Apocalipse é a Babilônia (14:8; 16:19; 17:5); é a cidade mundana que se colocou contra D’us no espírito de Egito, Sodoma e Jerusalém (11:8). Ela é Roma, a cidade que dominava sobre os reis da terra na época de João e que ainda domina na forma de uma igreja apóstata, idólatra e praticante de feitiçarias e abominações(18:23).

“Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória, então exclamou com potente voz; Caiu! Caiu! A grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável”(18:1e2)

Por estas palavras já está descartada a Jerusalém, cidade do Grande Rei(Mateus 5:35), pois, apesar de Jerusalém ter sido destruída no ano 70e.c. e a inda hoje estar sendo pisada a pés pelos gentios(Apoca. 11:2), ela não se tornou morada de demônios e covil de espíritos imundos e aves imundas, mas ela continua na esperança do Messias e será chamada de volta por ocasião da grande tribulação(ver Zacarias 12:10).

Conclusão:

A Jerusalém atual não preenche os requisitos para ser a grande prostituta por muitas razões que vimos neste artigo:

a) Ela não domina ainda hoje sobre os reis da terra(17:18).

b) Ela não está assentada sobre sete montes(17:9).

c) Ela não é Mãe ou Santa Madre igreja de nenhuma denominação(17:5).

d) Ela não estava aliada a besta mas sim estava submetida e dominada por ela(17:3) e já caiu no ano 70e.c enquanto que a verdadeira prostituta ainda vai cair futuramente por ocasião das sete últimas pragas(ver Apoca.16:19).

e) O próprio apóstolo Pedro chama para Roma de Babilônia, pois era assim como os judeus  reconheciam Roma por sua grande devassidão sexual(homossexualismo-Romanos 1:26-27):

“Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos” (I Pedro 5:13)

Sendo que, até mesmo a igreja católica reconhece ser Roma esta Babilônia citada por Pedro. Assim, mais uma falácia romana cai por terra, o padre Jordi Rivero bem que tentou livrar as costas de sua tão amada madre igreja com esta tese repleta de incoerências e equívocos, mas a Palavra de D’us é Viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes(ver Hebreus 4:12), pena que muitos ainda dão ouvidos a fábulas engenhosamente inventadas(ver II Pedro 1:16).



Rosh: Marlon Troccolli






9 comentários:

  1. Eu creio que, em uma uma mente hebraica, não pode existir nem um fragmento grego-romano. Ainda mais, quando se trata de um termo comprometedor em se tratando da palavra DEUS. A qual vem da terceira declinação do nome próprio ZEUS: Ou seja, vem do genitivo e cognato grego-romano, etimologicamente provado. Portanto, DEUS não é apenas um titulo e sim um substantivo próprio, é ZEUS para os gregos, e Iúpiter para os romanos, e DEUS para o secretismo religioso do mundo pagão. (Ex.23:13)

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  2. É fato que hoje, os Yehudim tem reconhecido depois de séculos de história. Que o mashiach yeshua já veio pela primeira vez, para restabelecer a identidade do seu povo pela obediência da palavra de EL-Elohim, em que na qual mostrou-nos submissão total, nos dando exemplo de filho amado do Pai Eterno. Tornando-se modelo de filho obediente; tanto para Yehudim, como para os gentios de todas as nações. Sendo que é, e sempre foi, a responsabilidade dos Yehudim seguidores de Yeshua ha-mashiach esclarecer toda a historia mau contada a respeito do mashiach de Y'sra'EL, mas, na unidade da fé, sem divisão.
    Para que o mundo creia que ele foi enviado. (Yo/Jo.17:1-26)

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  3. Então as nações dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que YAH está convosco (Zc.8:20-23)(Sf.3:9)(Rm.15:18)

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  4. João diz que a prostituta é uma CIDADE,e não uma igreja.E ele diz que a grande cidade é aquela que o senhor foi crucificado! por acaso jesus foi
    crucificado em Roma? outra coisa,os JUDEUS perseguiram os apóstolos também.Romanos e judeus é uma bosta só!

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    1. "bosta" tem na sua cabeça por não ter a educação de citar um comentário sem ser ofensivo ao seu interlocutor.

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  5. Prestem atenç]ao o cap 17.12 diz que os dez reis reinam simultaneamente, agora questionem se por acaso alguma vez roma ou a igreja catolica em sua hist[oria teve dez reis simultaneamente? nao sou nenhum defensor do catolicismo pelo contrario sou pastor por[em observem bem os detalhes.

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  6. Como pode ser isso? Pessoas que aparentemente se lavou no sangue do verbo que se fez carne(o mésias) pode querer voltar para a sujeira, é como o porco que se lavou e depois voltou a mergulhar novamente na lama, então pra que serviu ter o conhecimento da verdade, o verbo quando estava aqui qual foi o povo que combateu tanto com o mésias, não foi ISRAEL mais o que se significa o nome israel ? aquele que lutou com deus, ou seja com o criador, sim meu amado é isso mesmo, e antes de ser israel quem ele era ? era Jacó e o que significa esse nome, ENGANADOR ou aquele que agarrou no calcanhar, e quem é que agarra no calcanhar não é a serpente, leia os enganos que esse Jaco cometeu com Esaú para roubar o direito de primogenitura, e logo depois enganou seu pai(Isaque) se passando por Esaú para que o mesmo o abeço ase, e depois todo o engano e a maldade dos filhos para ir para o Egito, e depois disso vem moisés que na verdade é Ramises um faraó que mudou as leis e o tempo do criador dos céus e da terra, E todos os que estão desperto sabe o que o povo de israel adoravam no deserto e ate hoje, a estrela do deus renfá e o tabernáculo de moloque, por isso o verbo falou para os que estavam sentados na cadeira de moisés. Vocês tem por pai o diabo, ele foi homicida desde o principio e nunca se firmou na verdade porque não tem verdade nele, e por ultimo quem foi que matou o mésias para continuar com essa mentira no mundo do pai deles os israelitas ou judeus. Que é o mentiroso e enganador nessa historia...

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  7. http://macabeus.no.comunidades.net/jerusalem-e-a-grande-meretriz-do-apocalipse

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  8. É a própria Igreja católica que associa Roma com babilonia, prostituta e a besta. Está na nota de roda pé da Biblia de Jerusalém. Ap11.8 diz que Jesus foi cruxificado nessa cidade. Roma Imperial é a besta, mas os termos femininos sempre foram relacionados a jerusalém, como noiva, esposa(uma aliança com Deus), prostituta e adutera(quebrando a aliança com Deus), é um lugar e um povo(jerusalém e Judeus) que matou nosso Senhor. A nova jerusalém é a restauração dessa aliança da esposa(Israel) e do marido(Deus).

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